
domingo, 27 de setembro de 2009
ESCANDALOSO...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009
DISCRIMINAÇÃO

terça-feira, 22 de setembro de 2009
POR FALAR EM TEMPINHO...

ARRANJA-SE UM TEMPINHO ???
Ao desfolhar o Jornal de Noticias de ontem, 21 de Setembro fiquei deveras atónito; Não que tal não pudesse suceder, mas partindo do pressuposto de que a Candidata à Camara da Povoa não reside, não trabalha, nem se desloca á Póvoa pelo menos ao fim de semana, ou seja não conhece a realidade poveira não seria de bom tom, desde que anunciou a sua candidatura, passar cá mais tempo ? domingo, 20 de setembro de 2009
AFINAL HÁ OU NÃO PROGRAMA ?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009
NÃO HÁ ESCLARECIMENTOS ?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Comentários

terça-feira, 15 de setembro de 2009
Vem aí o Cine-Teatro Garrett – começaram as obras de recuperação

Arrancaram hoje as obras de recuperação e valorização do Cine-Teatro Garrett. A intervenção, no valor aproximado de 4 milhões e 300 mil euros, tem um prazo de execução de 14 meses.
Financiada em 50% pelo Fundo de Turismo, a intervenção no Cine-Teatro Garret tem como objectivo fundamental devolver à Póvoa de Varzim um espaço cultural que conta já com um século de história. “Recuperar o Cine-Teatro sempre foi um dos grandes objectivos da autarquia”, explica Aires Pereira, Vereador do Pelouro das Obras Municipais. “No município não existe outro equipamento vocacionado para as artes do espectáculo que se equipare, por exemplo, à capacidade do Cine-Teatro, que no total terá lotação para 485 lugares sentados”, referiu, chamando ainda a atenção para o facto de, com esta intervenção, a autarquia apostar num espaço polivalente, moderno e prático que permitirá receber espectáculos de teatro, dança ou música e ainda a exibição de filmes de carácter não comercial. “A Póvoa de Varzim conta com um movimento cultural muito dinâmico e estava já a precisar de uma sala que fizesse jus à qualidade dos eventos culturais que têm lugar ao longo de todo o ano”.
Localizado no centro da cidade, o Cine-Teatro foi adquirido pela autarquia em finais da década de 90. “Já nessa altura o edifício estava bastante degradado, e, por isso, delineamos um plano de recuperação que visa não só fazer renascer o edifício com algumas das suas características mais icónicas, como a fachada, como também fazê-lo de forma a que não se perca de vista a vertente prática e moderna que uma sala de espectáculos deve ter”, explicou Aires Pereira. Por isso, a nível exterior será recuperado o traçado original do Cine-Teatro, mas a nível de interiores terão lugar intervenções mais profundas. Estas passam pela criação de novas acessibilidades entre os pisos, pelo redimensionamento da sala de espectáculos e das áreas técnicas, pela criação de salas de apoio, pela reestruturação do palco, entre outras. “Queremos que a população usufrua do Cine-Teatro no seu quotidiano, e não apenas quando estão agendados espectáculos. Por isso, a nível da cobertura, foi pensada a criação de um bar e esplanada”, contou o Vereador, que frisou ainda que, para além estas obras estruturais, o sistema de segurança e evacuação será também melhorado e, para comodidade de todos os visitantes, vai também ser instalado um sistema de climatização.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
...SUOR...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009
NÃO ME FAÇAM RIR
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
NÓS AVISAMOS....

NATURAL DE VILA DO CONDE MORA E TRABALHA NA CIDADE DO PORTO HÁ CERCA DE 15 ANOS EA SUA LIGAÇÃO A Póvoa É NO MOVIMENTO ANTI TOURADAS;
SE FOI PARA Queimar Politicamente a ANDREA PENICHE PARABENS MIGUEL, ARMANDO PARABENS ... PARECE QUE VÃO CONSEGUIR

É inadmissível que o Cine- Teatro Garrett, apesar das promessas eleitorais, continue encerrado e, em virtude desse facto, manifestações tão importantes como o Festival de Música não possa ter no seu programa a actuação de uma orquestra por falta de um espaço condigno capaz de a albergar. A adjudicação da empreitada para a sua recuperação data de Setembro de 2008 e o prazo de execução acordado foi de 14 meses. Importa referir que desde 2005 que a Câmara anuncia que «Vem aí o Garrett», mas volvidos quatro anos, o Executivo continua a revelar-se incompetente para o reabrir. Defendemos a sua imediata reabertura e exigimos uma programação cultural sistemática e abrangente, de modo a que a cultura não seja privilégio dê uns, mas antes património de todos. A Câmara não tem políticas de apoio à criação cultural. A sua política é a de compra de espectáculos, ao invés de apoiar e investir nos produtores e agentes culturais do Concelho. Apoiar a produção cultural e descentralizar a oferta são formas de combater o isolamento e abandono das Freguesias mais periféricas e de apostar na qualificação das populações. ( ouçam aqui )

domingo, 6 de setembro de 2009
Joana Amaral Dias critica BE pelo aproveitamento que fez do convite do PS

Joana Amaral Dias explica, este domingo, em entrevista ao DN, o motivo pelo qual rejeitou o lugar de deputada pelo PS e critica o Bloco de Esquerda pelo aproveitamento que fez do convite dos socialistas.
Joana Amaral Dias, antiga deputada do Bloco de Esquerda, considera lamentável a utilização que foi feita por Francisco Louçã do convite que o PS lhe dirigiu para integrar as listas do partido à Assembleia da República.
Em entrevista ao DN, Joana Amaral Dias diz que considera normal esse convite do PS, sabendo-se que ela tinha sido afastada da direcção do BE.
Joana Amaral Dias explica que por uma questão de transparência comunicou a Francisco Louçã que recebeu esse convite, adiantando depois ter ficado perplexa com o tratamento que o BE deu ao caso.
Joana Amaral Dias manifestou-se também surpreendida pelo excesso de atenção e exposição que esse convite do PS mereceu na comunicação social.
A antiga dirigente do BE diz que já antes tinha havido outras tentativas de aproximação que sempre recusou, devido ao facto de ter feito muitas críticas à governação de José Sócrates, pelo que considera que não fazia sentido aceitar o convite.
O DISCURSO

PARA QUE ESTE BLOG NÃO SEJA ACUSADO DE ESTAR SEMPRE NO CONTRA AQUI ESTÁ NA INTEGRA O DISCURSO DA CABEÇA DE LISTA DO BE À CAMARA DA POVOA
"A Póvoa de Varzim precisa de romper com o poder dos grandes negócios do imobiliário e da construção desenfreada que têm desgovernado a cidade. Precisa de mais e melhor cidadania, mais rigor e transparência; mais e melhor qualidade de vida, mais solidariedade. É tempo de mudar de políticas e de protagonistas.
Candidatamo-nos porque acreditamos que não há determinismos e, como dizia Camus, acreditamos «que a verdadeira generosidade para com o futuro consiste em dar tudo ao presente». Juntar forças para transformar a política e os quotidianos de quem vive e trabalha neste Concelho é a proposta que vos trazemos.
Aprofundar a democracia significa o compromisso de olhar para as pessoas e ver mais do que a cruz que fizeram, ou não fizeram, no boletim de voto. Significa perceber que as pessoas têm ideias e que devem ser incentivadas a participar e a decidir sobre as políticas que mexem com os seus quotidianos. Por isso achamos que a participação democrática não é uma flor que se põe na lapela nem muito menos um chavão que se usa em campanhas eleitorais. É um exercício complexo, mas transformador.
Acreditamos nas capacidades das pessoas pensarem os seus problemas e encontrarem as soluções e por isso achamos que o poder Ihes deve ser devolvido: incentivando-as a participar e a decidir sobre as prioridades de investimento para o Concelho, através do Orçamento participativo; descentralizando as reuniões das Assembleias por todas as Freguesias para que as pessoas possam conhecer, participar e intervir nas discussões que decidem a sua vida; dando-lhes a palavra no início das reuniões e não no final, de modo a que o que dizem seja levado em linha de conta nessa mesma reunião e não seja apenas uma rotina que tem de ser cumprida.
A especulação imobiliária e as negociatas parecem ser o modus operandi da Câmara Municipal. O PDM é alterado ao sabor das conveniências e das clientelas e o interesse público parece não fazer parte do seu léxico. Apesar do centro da Póvoa ser densamente urbanizado, nem por isso é densamente povoado. Parte importante do edificado está devoluto, funciona como segunda habitação, e por isso à noite a Póvoa é quase uma cidade deserta. Uma cidade que constrói furiosamente, mas que expulsa do seu centro os habitantes, em particular os jovens, é uma cidade doente. Por isso defendemos uma política de construção zero e a promoção de uma bolsa de arrendamentos a preços sociais de modo a que o centro da cidade possa ser repovoado.
O avanço do mar está a provocar problemas ambientais e económicos demasiado sérios para ser encarado com leviandade. Os banheiros e toda a economia de praia ressentem-se mais a cada ano que passa. Defendemos que a areia resultante das dragagens da barra seja devolvida às praias e que não funcione como moeda de troca para a sua remoção.
Mas a afirmação da Póvoa não pode fazer-se apenas pela oferta de sol e praia. Essa estratégia tem estrangulado outros sectores e conduziu a um quase beco sem saída. É preciso que o turismo seja encarado como uma oportunidade de desenvolvimento de todo o Concelho e não apenas da costa litoral. Cremos que é necessário convocar a imaginação para inventar e experimentar novas ideias. Propomos, entre outras coisas, a credenciação das casas que todos os anos são alugadas, por temporada, aos turistas. Certificá-Ias e incluí-Ias numa lista oficialmente divulgada permitiria não apenas a oferta de um turismo com características diferentes, mas também apoiar as famílias que fazem do aluguer da sua casa uma forma de obtenção de rendimento. Da mesma maneira, cremos que a implementação, no sector da restauração, da Ementa Quilómetro O, que consiste na criação de pratos gastronómicos confeccionados com os produtos aqui produzidos, poderia permitir uma maior interacção entre os diversos sectores de actividade. A Póvoa é uma terra de peixe e produtos hortícolas. Valorizá-los e promovê-los permite não apenas que os produtores encontrem outras formas de escoamento para os seus produtos, mas também que ambiente seja protegido, na medida em que a utilização de produtos locais reduz a pegada ecológica.
«Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva». Uma vez mais socorro-me das palavras de Camus para vos dar conta daquilo que pensamos e propomos.
É inadmissível que o Cine- Teatro Garrett, apesar das promessas eleitorais, continue encerrado e, em virtude desse facto, manifestações tão importantes como o Festival de Música não possa ter no seu programa a actuação de uma orquestra por falta de um espaço condigno capaz de a albergar. A adjudicação da empreitada para a sua recuperação data de Setembro de 2008 e o prazo de execução acordado foi de 14 meses. Importa referir que desde 2005 que a Câmara anuncia que «Vem aí o Garrett», mas volvidos quatro anos, o Executivo continua a revelar-se incompetente para o reabrir. Defendemos a sua imediata reabertura e exigimos uma programação cultural sistemática e abrangente, de modo a que a cultura não seja privilégio dê uns, mas antes património de todos.
A Câmara não tem políticas de apoio à criação cultural. A sua política é a de compra de espectáculos, ao invés de apoiar e investir nos produtores e agentes culturais do Concelho. Apoiar a produção cultural e descentralizar a oferta são formas de combater o isolamento e abandono das Freguesias mais periféricas e de apostar na qualificação das populações.
Numa terra que tem um dos mais baixos PIB per capita do país, a criação de respostas torna-se urgente. Defendemos a criação de um Gabinete de Emergência Social, capaz de ajudar as pessoas a procurarem emprego, a fazerem valer os seus direitos e a serem promotoras e autoras de projectos capazes de criarem emprego e auto-emprego. Promover uma cantina, com preços sociais, é outra das formas de ajudar as pessoas a sobreviverem com dignidade.
Com uma taxa de desemprego galopante no Concelho, o BE propõe que a relação com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) seja melhorada, no sentido de informar e apoiar os cidadãos e cidadãs nessa situação. Da mesma forma, é necessário que a autarquia assuma responsabilidades no incentivo à inovação, formação e reconversão profissionais.
Uma cidade é composta por homens e mulheres. Pensar uma cidade livre de sexismo implica tomar medidas concretas e perceber que há quotidianos diferenciados, que as pessoas não tiveram nem têm todas as mesmas oportunidades, que das mulheres ainda se espera que trabalhem fora e dentro de casa. Uma autarquia comprometida com a emancipação deve tomar medidas que alterem quotidianos, que combatam a opressão. Defendemos que a Póvoa seja uma cidade amiga das mulheres, uma cidade women friendly, e que implemente serviços e redes de apoio que as/nos apoiem: criando um centro de atendimento e uma Casa Abrigo para mulheres vítimas de violência, em parceria com associações de mulheres e/ou ONG's, desenvolvendo campanhas de sensibilização contra a violência sobre as mulheres; implementando uma rede de serviços sociais de apoio ao trabalho doméstico; criando uma rede pública e gratuita de creches e infantários, que garantam horários diversificados, nomeadamente o horário nocturno.
Eduardo Galeano dizia ter «(...) saudades de um país que ainda não existe no mapa». Façamos nós da Póvoa uma cidade desse mapa. "
sábado, 5 de setembro de 2009
SEM COMENTÁRIOS...

E Á FALTA DE MELHOR

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Plano Pormenor da Zona E54

terça-feira, 1 de setembro de 2009
“A crise tem responsáveis"


